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  • Psicóloga Luciana Salvador

Como você olha para o dinheiro? As crenças negativas que afetam a prosperidade




Muitas pessoas, apesar de bem sucedidas profissionalmente, apresentam dificuldades na sua organização e crescimento financeiro. É comum ouvirmos pessoas dizerem que ganham bem, mas acabam não tendo dinheiro disponível, que perdem dinheiro a todo momento ou que só conseguem chegar a um “teto” financeiramente. Se você tem dificuldades financeiras recorrentes, vale a pena avaliar como você o dinheiro, quais suas crenças relacionadas a ele. Você se sente bem ao receber dinheiro ou sente algum desconforto? Se sente bem ao pagar as coisas, possibilitando que o seu dinheiro gire ou fica com receio de perder? Apesar de tão presente e importante na nossa vida diária, o dinheiro ainda é um tabu, costumamos falar pouco sobre ele e muitas crenças que temos em relação a esse tema irão impactar diretamente nossa prosperidade financeira e como aproveitamos nosso dinheiro.

Uma das crenças negativas mais comuns sobre dinheiro é que “Dinheiro é feio ou sujo”, então muitas pessoas se sentem mal ou não merecedoras quando começam a enriquecer. Também pode ocorrer de haver uma crença familiar de que “Dinheiro não é para nós”, como se as pessoas que teriam conforto financeiro fizessem parte de outra categoria, ao qual essa família não se inclui. Ainda relacionado ao “não merecimento”, podemos nos sentir culpados quanto temos mais dinheiro do que outras pessoas ou no momento em que temos a possibilidade de fazermos algo que nossa família (pais, irmãos, filhos) não tem acesso. Assim, quando essa pessoa ganha mais financeiramente, como uma espécie de “autoboicote”, pode passar a perder ou sentir incômodo em receber dinheiro. Também há pessoas que pensam que não devem dar valor ao tema do dinheiro, “excluindo” esse assunto de sua vida. São aquelas que não olham o extrato bancário, não fazem planilhas avaliando o que recebem e o que estão pagando, de alguma forma menosprezando o assunto.

Ao olharmos para o dinheiro com atenção, de uma maneira equilibrada, com orgulho do que recebemos, entendendo que ele é um importante fator de troca nas nossas relações e que é consequência de um trabalho com dedicação, esse dinheiro que chega a nós será cada vez mais positivo e possibilitará gerar riqueza para nós e para os outros.

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